Plásticos e sintéticos
Chapas, perfis e placas que não absorvem água.
O ponto em comum dos sintéticos é a indiferença à água. Nenhum deles incha, mofa ou apodrece, o que muda completamente a conversa em banheiro, área de serviço e cozinha.
O custo disso aparece em outros lugares: quase todos aceitam mal a tinta comum, vários amolecem com calor e alguns são frágeis ao impacto. São ótimos quando a umidade é o problema principal do projeto e medianos quando não é.
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Cada perfil traz usos indicados, ferramentas, cuidados de segurança e a justificativa de cada nota.
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Escritas individualmente, com análise critério a critério.
Acrílico ou vidro: transparência com prioridades diferentesOs dois transmitem luz de forma parecida e terminam aí as semelhanças. Um risca com pano seco; o outro só pode ser cortado na vidraçaria. A escolha costuma se decidir por peso e por risco de impacto.Ver comparaçãoPVC ou madeira: quando a água entra na contaUm resiste a qualquer umidade e enverga sob peso; o outro sustenta carga e precisa ser protegido da água. A decisão depende de qual dos dois problemas o projeto tem.Ver comparaçãoFeltro ou EVA: dois jeitos de resolver a mesma peça recortadaOs dois cortam com tesoura, não desfiam e custam pouco. A diferença aparece no toque, na moldagem e em quanto tempo a peça continua apresentável.Ver comparaçãoMateriais para áreas úmidas: o que sobrevive a banheiro e lavanderiaBanheiro e área de serviço eliminam metade dos materiais antes de qualquer outra consideração. Entre os que sobram, a escolha depende de carga, aparência e orçamento.Ver comparaçãoMateriais para projetos externos: sol, chuva e o que resiste aos doisÁrea externa cobra duas coisas ao mesmo tempo: água e radiação solar. Muitos materiais resolvem uma e falham na outra.Ver comparação