| Usos mais indicadosComo avaliamos | - Colagem de materiais diferentes entre si, como metal, vidro e cerâmica
- Reparos estruturais em peças pequenas e médias
- Preenchimento de falhas e reconstrução de partes faltantes
- Fixações que ficarão expostas a água ou a produtos químicos
- Ancoragem de peças metálicas e roscas em furos
| - Colagem estrutural de madeira e painéis em marcenaria
- Montagem de caixas, gavetas e estruturas com pressão de grampo
- Colagem de papel, papelão, cartonagem e maquetes
- Revestimento de superfícies com papel e tecido leve
- Preparação de superfícies porosas, quando diluída como selador
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| Faixa relativa de custoComo avaliamos | $$$$$AltoNível 4 de 5: Alto | $$$$$Muito baixoNível 1 de 5: Muito baixo |
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| DurabilidadeComo avaliamos | Muito altaNível 5 de 5: Muito altaTende a durar décadas no ambiente correto; o acabamento costuma falhar antes do material. | MédiaNível 3 de 5: MédiaCumpre bem alguns anos de uso doméstico, desde que não sofra esforço nem umidade fora do previsto. |
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| Resistência à umidadeComo avaliamos | Muito altaNível 5 de 5: Muito altaIndiferente à água em uso doméstico: não incha, não apodrece e não perde resistência. | Muito baixaNível 1 de 5: Muito baixaAbsorve água rapidamente; incha, mofa ou se desfaz. Uso apenas em ambiente seco. |
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| Uso interno ou externoComo avaliamos | Interno e externoSuporta exposição a tempo aberto, geralmente com tratamento ou acabamento de proteção descrito no perfil. | Somente internoPerde desempenho ou aparência rapidamente fora de casa, mesmo em área coberta. |
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| Ferramentas normalmente necessáriasComo avaliamos | - Recipiente descartável e espátula para mistura
- Luvas de proteção resistentes a produtos químicos
- Fita crepe ou grampos para manter a posição durante a cura
- Lixa, para acertar o excesso depois de curado
- Álcool ou solvente indicado, para limpeza antes da cura
| - Grampos, sargentos ou peso para manter pressão durante a secagem
- Pincel ou espalhador para distribuir camada fina e uniforme
- Pano úmido para retirar o excesso antes de secar
- Superfície plana de apoio para a peça não colar torta
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| Reaproveitamento e descarteComo avaliamos | LimitadoNível 2 de 5: LimitadoReaproveitamento restrito; reciclagem existe, mas é pouco acessível ao público doméstico. | RazoávelNível 3 de 5: RazoávelSobras servem para peças menores; o descarte segue o entulho ou a coleta comum. |
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| Materiais que costuma colar bemComo avaliamos | - Metais, incluindo alumínio e aço
- Vidro, cerâmica e porcelana
- Madeira e painéis, inclusive em juntas com folga
- Pedra, concreto e materiais minerais
- Muitos plásticos rígidos, com aderência variável conforme o tipo
| - Madeira maciça e painéis de madeira
- Papel, papelão e cartonagem
- Tecidos leves em aplicações decorativas
- Cortiça e materiais porosos em geral
- Não indicada para plásticos, metais e vidro
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| Tempo de secagem e curaComo avaliamos | O tempo de trabalho após a mistura varia de cerca de 5 minutos, nas versões rápidas, a 30 minutos ou mais nas lentas. A peça costuma poder ser manuseada em algumas horas e a resistência plena aparece normalmente após 24 horas. | Costuma permitir a retirada dos grampos em cerca de 30 a 60 minutos, mas a resistência plena da junta só aparece depois de aproximadamente 24 horas. Superfícies pouco porosas, ambientes frios ou muito úmidos alongam bastante esses intervalos. |
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| Possibilidade de desfazer a colagemComo avaliamos | Praticamente irreversívelNível 1 de 5: Praticamente irreversívelSeparar destrói a peça; a junta costuma ser mais forte que o próprio material. | PossívelNível 3 de 5: PossívelSai com calor, umidade ou esforço, deixando resíduo que precisa ser removido. |
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| Cuidados de segurançaComo avaliamos | - Resina e endurecedor não curados podem causar irritação e sensibilização da pele; use luvas e evite qualquer contato direto.
- A sensibilização é cumulativa: quem se expõe repetidamente pode desenvolver reação alérgica persistente ao produto.
- Trabalhe em local ventilado; alguns endurecedores liberam vapores irritantes.
- A reação de cura libera calor e, em volumes maiores, pode aquecer bastante o recipiente.
- Não descarte componentes não curados na pia nem no lixo comum; misture as sobras, deixe curar e descarte o sólido.
- Consulte a ficha de segurança do fabricante antes do uso: as formulações variam bastante.
| - É um dos adesivos de menor risco do catálogo, mas não deve ser ingerido nem aplicado sobre a pele de forma continuada.
- Mantenha ventilação normal do ambiente; o produto libera vapor de água durante a secagem.
- Não descarte resto de cola na pia: ela endurece e contribui para entupimento. Deixe secar e descarte como resíduo sólido.
- Mantenha fora do alcance de crianças pequenas, mesmo sendo um produto de baixa toxicidade.
- Consulte sempre a ficha do produto: formulações variam entre fabricantes.
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| Principais vantagens e limitaçõesComo avaliamos | - A maior resistência mecânica entre os adesivos do catálogo
- Preenche folgas mantendo resistência estrutural
- Adere a metal, vidro, cerâmica e materiais muito diferentes entre si
- Resiste a água, calor moderado e produtos químicos
- Existe em versão massa, que pode ser lixada e furada depois
- Exige mistura correta de dois componentes
- Tempo de trabalho limitado e cura longa
- Custo alto em relação aos demais adesivos
- Junta praticamente impossível de desfazer
- Risco de sensibilização da pele com exposição repetida
| - Junta muito resistente em madeira, frequentemente mais forte que o material
- Baixo custo e disponibilidade universal
- Baixo odor e baixo risco de manuseio
- Tempo aberto suficiente para ajustar a peça antes de prender
- Limpeza do excesso com água enquanto fresca
- Exige pressão constante durante a secagem
- Não preenche folgas: superfícies precisam se encaixar bem
- Não adere de forma confiável a plásticos, metais e vidro
- A versão comum perde resistência com umidade
- Secagem lenta em comparação com outros adesivos
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